2 regrinhas de etiqueta: 1 para os noivos, 1 para os convidados.

Hoje o post é rápido!

Apenas uma dica para quem vai casar e outra para quem vai em um casamento.

Se você vai casar:

Nunca pergunte/fale a um casal “E vocês, casam quando?” ou “HAHA vocês são os próximos!”, a menos que você tenha muita intimidade com o casal e/ou saiba que eles têm reais intenções de um dia se casar.

Do contrário, você pode estar mexendo com um assunto delicado para o casal. Vai saber se esse não é um ponto de mágoa ou discussão entre eles…

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Vou ali terminar de enterrar o relacionamento dos meus convidados e já volto.

Se você é convidado:

Nunca faça perguntas relacionadas a futuros filhos, ou pior, nunca chegue afirmando que agora TEM QUE TER filho, a menos que você conheça MUITO BEM o casal e saiba que AMBOS querem MUITO ter filhos.

Motivos:

  1. O mesmo do tópico anterior: vai saber se esse é um ponto sensível na relação? Infelizmente, alguns casais se casam sem ter isso definido, com apenas um dos dois querendo ter filhos, e ambas as partes achando que vão convencer a outra do contrário… Também pode ser o caso de eles não querem MESMO ter filhos e estão cansados de justificar essa escolha para os familiares… Ou vai saber se um deles NÃO PODE ter filhos e ambos encaram isso com tristeza? Ou seja, por via das dúvidas:Shut-up.gif
  2. Que diabos você tem a ver com isso, cáspita?????

Bom, por hoje é só!

Fiquem agora com um gif fofinho para ajudar a digerir a agressividade do post xD

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Como foram as últimas horas antes do meu casamento #VlogTôCasando

Não deu tempo de filmar muita coisa. Mas fiz questão de filmar o que dava hahaha vejam aqui como foi!

  

O marco dos 3 meses | 4 dicas para sobreviver a essa fase infernal.

Ao ficar noiva, você pensa que vai ter um planejamento tranquilo. Você é superzen, dificilmente algo te irrita e você pensa que ninguém vai despertar a bridezilla em você.

Até alguns meses antes do casamento, você consegue seguir com este plano. As pessoas perguntam se você já está pirando e você, calmamente e com um sorriso no rosto, diz que não, que está tudo sob controle.

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“Tenho todo tempo do mundo!”

Até faltarem 3 meses para o casamento.

Você começa a fazer as contas de passagem do tempo, e percebe que 3 meses passam voando.

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“Meu Deus, fiquei noiva há 9 meses e parece que foi ontem…”

Você olha a lista de coisinhas que ainda estão faltando (aquelas que você disse: “ah, não preciso resolver isso agora!”) e percebe que ela está imensa.

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“Foto da recepção, porta-guardanapos, tag de agradecimento, presente pra minha mãe, nomes nas barras do vestido……..”

Pela primeira vez você de fato está pirando. Justamente quando as pessoas perguntam:

– Ah, falta tão pouco! Já está tudo encaminhado, né?

E você começa a pensar: OMG, ainda não comprei x, y, z…

É nessa fase também que os parentes começam a se lembrar que você não fez convite pro Tio Marlindo, e que ele PRECISA ir… Sendo que a lista já está fechada e o buffet e demais fornecedores já estão pagos.

Já ouviram falar em Inferno Astral, que é o mês que antecede o aniversário, onde tudo parece travado e que nada dá certo? Quando se trata de casamento, é como se você também vivesse em um Inferno Astral… Mas que dura 3 meses!

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“NAUMPODISSÊ!”

Nenhuma noiva está imune a um pouco de agonia nessa fase, mas se você se organizar desde o começo, essa fase pode não ser tão estressante.

Com base no que foi para mim, vi que 4 coisas poderiam ter me ajudado muito se desde o começo eu tivesse feito.

  1. A partir do momento que começar a definir elementos da decoração, ainda mais se for DIY, já tome as providências para comprar ou fazer. Essas coisas não são essenciais de serem feitas logo, como fechar o local da festa e cerimônia, por exemplo, mas vai facilitar muito que você já as providencie sempre que surgir uma oportunidade. Eu passei por um hiato de atividades no casamento quando faltava cerca de 5 meses, porque o que era vital de ser feito eu já tinha feito, e pensei que poderia deixar o resto pra depois… Que erro! Se tivesse tomado as devidas providências, eu não estaria à base de Prozac a essa altura do campeonato haha
  2. Comece a listar tudo: desde as coisas que você já comprou ou fez, até tudo que você precisará levar ao salão antes e no dia do casamento. Além de você se lembrar de tudo que já tem (porque, minha cara, sua memória vai ficar péssima com o estresse. Estou como a Dory agora, e olha que minha memória sempre foi ótima.), você passará a ter noites mais tranquilas. Comecei a fazer isso apenas há 1 mês, e os episódios de insônia começaram a diminuir.
  3. Guarde tudo (desde objetos, até contratos) em um lugar só. Eleja um cantinho da sua casa como o “cantinho do casamento”. Assim, não corre o risco de você perder alguma coisa (lembre-se, você vai virar a Dory).
  4. Antes de fechar ca lista de convidados e, consequentemente, o número de pessoas para os fornecedores, pergunte aos seus pais e sogros quem seria vital que seja convidado. Peça para puxarem pela memória, insista. Assim, você não corre o risco de ter de ligar na gráfica desesperada pedindo para incluir um nome a mais nos envelopes.

Espero que essas dicas ajudem você a não surtar como eu surtei, e se você já chegou no marco dos 3 meses…

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Boa sorte!

 

Não é fácil sair da casa dos pais.

Você passa a vida toda sonhando com o momento de ter sua própria casa. Nada contra os pais, mas em certo momento começa a vir uma urgência de ter um espaço só seu, mesmo considerando que você terá mais desvantagens (aka contas a pagar) do que vantagens. Mesmo assim, essa urgência só aumenta. Talvez seja o marco que indica que você já entrou na vida adulta.

Mas então chega o dia de sair de vez.

Dizem que, uma vez que se saia da casa dos pais, é dificílimo caso um dia seja preciso voltar. Não como visita, claro, visitas são sempre felizes. Mas voltar a morar com os pais após já ter saído uma vez, dizem, é ainda mais difícil.

Mas ainda assim, sair da casa dos pais dói.

É aquele cafuné materno que que você não vai mais ganhar. É a falta de uma voz te lembrando que você ainda não jantou. É o aviso de que vai esfriar e você precisa levar um casaquinho. É a falta daquele olhar e daquele sorriso que só os pais sabem nos presentear.

É o seu quarto de menina sendo dura e subitamente substituído por seu quarto de mulher casada: 2 criados-mudos, 2 abajures, 1 cama de casal, 1 gaveta com cuecas e zero bichinho de pelúcia. É a responsabilidade de saber que precisa comprar papel higiênico. É saber que, agora, o adulto responsável é você (e seu marido/noivo/namorado, caso você esteja saindo de casa para morar com alguém).

É ter de se acostumar a reconhecer como “minha casa” um lugar ainda estranho, e a chamar de “casa dos meus pais” aquele lugar que até há pouco você reconhecia como seu lar.

Dói. Tem suas vantagens, momentos de alegria (para mim, escolher onde cada coisinha da minha casa irá ficar me ofereceu uma sensação indescritível), mas fisicamente, praticamente, dói. Porque é um cordão umbilical etérico sendo cortado de vez.